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Eventos 14/05/2026

Simecs Transforma destacou os desafios da indústria em um cenário de mudanças globais

Com mote no Dia da Indústria, evento reuniu empresários e lideranças nacionais para debater competitividade, inovação e economia

Mais do que apresentar respostas, o SIMECS Transforma deste ano propôs reflexões sobre os desafios que impactam a competitividade da indústria regional. Realizado na terça-feira (13), no UCS Teatro, a sexta edição do principal evento promovido pela entidade reuniu empresários, lideranças nacionais e especialistas para provocar o público a pensar sobre temas como transformação tecnológica, mudanças nas relações de trabalho e adaptação a um cenário econômico cada vez mais dinâmico. Tudo isso vinculado ao mote da celebração do Dia da Indústria, comemorado nacionalmente em 25 de maio.

Ao longo da tarde, o evento consolidou-se como um espaço de análise, conexão e diálogo sobre os rumos da indústria. A programação reuniu conteúdos voltados à competitividade industrial, ao ambiente estratégico de negócios e às novas maneiras de pensar que as empresas precisam desenvolver neste momento histórico tão movediço e desafiador para a indústria. 

A abertura contou com o painel “Geopolítica, Tecnologia e Competitividade: os novos desafios da indústria brasileira”, com a participação de representantes de três segmentos estratégicos da economia nacional. Participaram José Carlos Sprícigo, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (ANFIR); Régis Sell Haubert, vice-presidente e diretor da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE); e Ulisses Chaves, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA).

O debate abordou o fortalecimento da indústria nacional, os investimentos em inovação, os avanços tecnológicos e os efeitos das instabilidades internacionais sobre cadeias produtivas e mercados. “A possibilidade de um conflito duradouro entre China e Taiwan, por exemplo, pode fazer com que faltem celulares no mundo” , exemplificou Haubert expondo a fragilidade a que estamos expostos diante da interdependência dos mercados. A robotização e o maior uso dos recursos de inteligência artificial também entraram em pauta, assim como as questões como a escala 6x1. “A indústria já trabalha em escala 5x2, o que é algo que ainda atrai trabalhadores. Provavelmente, com essa nova escala, muita mão de obra será absorvida pelo varejo, por outros serviços” - ressaltou o representante da ANFIR, José Carlos Sprícigo. Também estiveram em pauta temas como produtividade, competitividade, previsibilidade e capacidade de resposta das empresas diante de um cenário econômico marcado por mudanças rápidas e interdependentes.

Durante o evento, o presidente do SIMECS, Paulo Scopel, destacou que o Transforma tem como propósito aproximar o empresariado de informações qualificadas e visões estratégicas capazes de contribuir para a tomada de decisão e o planejamento das empresas. Na avaliação da entidade, compreender os movimentos da economia global e seus reflexos sobre a indústria tornou-se essencial para fortalecer a competitividade do setor produtivo regional.

A programação também trouxe uma leitura sobre os cenários econômicos internacionais e seus impactos sobre a indústria brasileira. O economista do SIMECS, Igor Morais, conduziu a palestra “Economia Global em Transformação: o que muda para a indústria brasileira”, abordando tendências econômicas, mudanças nos mercados e os reflexos dessas transformações sobre investimentos, produção e ambiente de negócios. 

O encerramento teve a participação do filósofo, educador e escritor Mario Sergio Cortella, que apresentou a palestra “Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes”. Em sua fala sempre recheada de referências literárias e artísticas (fez questão de citar gaúchos como Mario Quintana, Barão de Itararé e Adriana Calcanhotto) Cortella trouxe reflexões sobre liderança, cultura organizacional, tomada de decisão e os desafios enfrentados pelas organizações em um contexto de aceleração das mudanças e aumento das incertezas. O filósofo diz que gostaria de chegar a um cenário em que as crianças perguntassem “Mãe, o que era a Guerra?” e questionou o que cada um está fazendo para que isso seja possível.

Realizado gratuitamente para associados, o SIMECS Transforma reforçou o papel da entidade como articuladora de iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria regional. Ao reunir lideranças, conhecimento e temas relevantes para o setor produtivo, o evento reafirmou a importância do diálogo estratégico para preparar as empresas diante dos desafios atuais e futuros.

O SIMECS Transforma 2026 contou com patrocínio de Humana Saúde e Sicredi Pioneira.

Mais do que apresentar respostas, o SIMECS Transforma deste ano propôs reflexões sobre os desafios que impactam a competitividade da indústria regional. Realizado na terça-feira (13), no UCS Teatro, a sexta edição do principal evento promovido pela entidade reuniu empresários, lideranças nacionais e especialistas para provocar o público a pensar sobre temas como transformação tecnológica, mudanças nas relações de trabalho e adaptação a um cenário econômico cada vez mais dinâmico. Tudo isso vinculado ao mote da celebração do Dia da Indústria, comemorado nacionalmente em 25 de maio.

Ao longo da tarde, o evento consolidou-se como um espaço de análise, conexão e diálogo sobre os rumos da indústria. A programação reuniu conteúdos voltados à competitividade industrial, ao ambiente estratégico de negócios e às novas maneiras de pensar que as empresas precisam desenvolver neste momento histórico tão movediço e desafiador para a indústria. 

A abertura contou com o painel “Geopolítica, Tecnologia e Competitividade: os novos desafios da indústria brasileira”, com a participação de representantes de três segmentos estratégicos da economia nacional. Participaram José Carlos Sprícigo, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (ANFIR); Régis Sell Haubert, vice-presidente e diretor da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE); e Ulisses Chaves, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA).

O debate abordou o fortalecimento da indústria nacional, os investimentos em inovação, os avanços tecnológicos e os efeitos das instabilidades internacionais sobre cadeias produtivas e mercados. “A possibilidade de um conflito duradouro entre China e Taiwan, por exemplo, pode fazer com que faltem celulares no mundo” , exemplificou Haubert expondo a fragilidade a que estamos expostos diante da interdependência dos mercados. A robotização e o maior uso dos recursos de inteligência artificial também entraram em pauta, assim como as questões como a escala 6x1. “A indústria já trabalha em escala 5x2, o que é algo que ainda atrai trabalhadores. Provavelmente, com essa nova escala, muita mão de obra será absorvida pelo varejo, por outros serviços” - ressaltou o representante da ANFIR, José Carlos Sprícigo. Também estiveram em pauta temas como produtividade, competitividade, previsibilidade e capacidade de resposta das empresas diante de um cenário econômico marcado por mudanças rápidas e interdependentes.

Durante o evento, o presidente do SIMECS, Paulo Scopel, destacou que o Transforma tem como propósito aproximar o empresariado de informações qualificadas e visões estratégicas capazes de contribuir para a tomada de decisão e o planejamento das empresas. Na avaliação da entidade, compreender os movimentos da economia global e seus reflexos sobre a indústria tornou-se essencial para fortalecer a competitividade do setor produtivo regional.

A programação também trouxe uma leitura sobre os cenários econômicos internacionais e seus impactos sobre a indústria brasileira. O economista do SIMECS, Igor Morais, conduziu a palestra “Economia Global em Transformação: o que muda para a indústria brasileira”, abordando tendências econômicas, mudanças nos mercados e os reflexos dessas transformações sobre investimentos, produção e ambiente de negócios. 

O encerramento teve a participação do filósofo, educador e escritor Mario Sergio Cortella, que apresentou a palestra “Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes”. Em sua fala sempre recheada de referências literárias e artísticas (fez questão de citar gaúchos como Mario Quintana, Barão de Itararé e Adriana Calcanhotto) Cortella trouxe reflexões sobre liderança, cultura organizacional, tomada de decisão e os desafios enfrentados pelas organizações em um contexto de aceleração das mudanças e aumento das incertezas. O filósofo diz que gostaria de chegar a um cenário em que as crianças perguntassem “Mãe, o que era a Guerra?” e questionou o que cada um está fazendo para que isso seja possível.

Realizado gratuitamente para associados, o SIMECS Transforma reforçou o papel da entidade como articuladora de iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria regional. Ao reunir lideranças, conhecimento e temas relevantes para o setor produtivo, o evento reafirmou a importância do diálogo estratégico para preparar as empresas diante dos desafios atuais e futuros.

O SIMECS Transforma 2026 contou com patrocínio de Humana Saúde e Sicredi Pioneira.

 

Crédito: Giovani Boff.

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