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Informe Econômico SIMECS

Confiança do empresário aumenta em junho

O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,6 ponto em junho, ficando em 92,6 pontos. A confiança avançou em 65% dos 49 segmentos que integram o ICE. O destaque do mês foi o segmento de construção, setor na qual 82% dos segmentos registraram alta. No mês anterior, a disseminação da alta havia alcançado apenas 27% dos segmentos. Entre os setores que compõem o ICE, o destaque negativo ficou apenas na indústria, que recuou o índice em 1,5 ponto. Já a confiança no setor de serviços avançou 2,2 pontos, recuperando um quarto das perdas dos quatros meses anteriores. No comércio, houve avanço de 1,2 ponto, o primeiro resultado positivo em 2019. A confiança na construção subiu 2,1 pontos, levando a uma pequena variação positiva em médias móveis trimestrais. De acordo com a análise da FGV, a alta, no entanto, não deve ser interpretada como um marco de reversão da tendência declinante dos meses anteriores. Segundo a avaliação, a reversão sólida do nível de confiança dos empresários, está na direta dependência da recuperação da economia, revertendo a alta capacidade ociosa das empresas e o volume inadequado de estoques.

Na 18ª queda consecutiva, estimativa de ctescimento da economia em 2019 cai para 0,85%

A estimativa para o PIB 2019 caiu pela 18ª semana consecutiva, de acordo com o último boletim FOCUS do BACEN. A queda em relação à semana anterior seguiu o curso de tendência observado, espelhando o pessimismo cada vez mais claro do mercado em relação aos rumos da economia. Nesse sentido, o PIB deste ano ficou projetado agora em 0,85% (na avaliação da semana passada estava em 0,87%). As quedas na previsão do PIB para este ano começaram em março, espelhando a divulgação do resultado fraco da economia em 2018 (crescimento de 1,1%), o que contribuiu para frear o otimismo do mercado com o novo governo. Vale lembrar que há um ano (abril/18) a previsão batia na casa dos 3%. Desde então, a tendência de queda se manifestou e até agora não foi mais revertida. Também ajudou a compor esse cenário menos otimista, o resultado do PIB no primeiro trimestre, que ficou negativo em 0,2%. Vale lembrar que dois trimestres seguidos de queda no PIB representam o que se denomina de “recessão técnica”. Para o próximo ano, os economistas dos bancos não alteraram a previsões de crescimento do PIB, mantendo a expectativa em 2,20%.

Fonte: Assessoria Econômica



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