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Informe Econômico SIMECS

BRASILEIROS JÁ PAGARAM r$ 2 TRILHÕES DE IMPOSTOS EM 2018

O “IMPOSTÔMETRO” mantido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), mostrou, na terça-feira (6), o que não é novidade: o peso da arrecadação de impostos sobre a vida econômica do país. De acordo com a entidade, neste ano, a marca de dois trilhões foi atingida com um mês de antecedência em relação ao ano passado. Isso significa que a sanha arrecadatória, em 2018, está ainda mais marcante, considerando que a economia, como um todo, ainda não aqueceu da forma esperada. E embora o volume de impostos arrecadados, sabe-se desde já que o Brasil fechará o ano com déficit nas contas, estimado em mais de R$ 100 bilhões. Essa realidade torna ainda mais urgente o ajuste fiscal a ser implementado pelo novo governo. Nesse sentido, o controle das contas públicas, a manutenção do teto dos gastos, bem como a diminuição do tamanho do Estado, via privatizações, são pautas indispensáveis na agenda orçamentária do país. Ainda segundo a ACSP, estima-se que a arrecadação total do governo, no ano, chegue à casa dos R$ 2,38 trilhões. Em 2017 o total arrecadado foi de R$ 2,17 trilhões.

SETEMBRO NEGATIVO PARA A INDÚSTRIA

A produção industrial brasileira caiu em setembro. De acordo com o Relatório de Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), faturamento, horas trabalhadas na produção e utilização da capacidade instalada, foram os indicadores que recuaram na passagem de agosto para setembro. O faturamento real das empresas teve queda de 1,1%, enquanto as horas trabalhadas na produção recuaram 0,9%. Também houve redução da utilização da capacidade instalada das empresas, que diminuiu 0,4 ponto percentual. Nessa esteira, o emprego também retraiu, em 0,1%. Não obstante a retração observada, houve aumento de 0,3% na massa salarial real, e também no rendimento médio do trabalhador da indústria, que oscilou positivamente em 0,1%. Ainda de acordo com o relatório da CNI, o faturamento é a única das variáveis pesquisadas que mostra tendência de recuperação, apesar da queda observada em setembro. Nesse sentido, a receita das empresas aumentou, seja na comparação com o mesmo mês de 2017, seja na comparação com dezembro do mesmo ano. A expectativa do setor industrial para os últimos meses do ano, é que a definição das eleições diminua a incerteza nos mercados e traga maior estabilidade econômica.    

Fonte: Assessoria Econômica



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